segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Conhecimentos na Biologia.

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
É a ciência que estuda todas as formas de vida, passando pela flora, pela fauna e até pelo desenvolvimento humano. O biólogo pesquisa a origem, a evolução, a estrutura e o funcionamento dos seres vivos. Ele analisa as relações entre os diversos seres e entre eles e o meio ambiente. O vasto campo de estudos na graduação permite que, depois de formado, o profissional siga caminhos diversos, conforme seu interesse. Da pesquisa com células-tronco ao trabalho ambiental, a carreira do biólogo é abrangente e promissora, em razão, especialmente, da crescente preocupação, em nível mundial, com o meio ambiente. A atuação desse profissional é ainda fundamental na descoberta de aplicações de organismos na medicina, no desenvolvimento de medicamentos e na indústria, em áreas de fabricação de bebidas e de alimentos. O licenciado está apto a dar aulas de Biologia no ensino médio e, no fundamental, pode atuar como educador ambiental ou docente de ciências. Sua formação também permite desenvolver ações educativas em museus, unidades de conservação, ONGs e empresas e escolas. Nas secretarias de Educação, atua como consultor e elabora novas propostas para o ensino da disciplina. Com pós-graduação, está habilitado para dar aulas no ensino superior. 
Mercado de Trabalho
A importância cada vez maior das questões relacionadas à sustentabilidade garante o aquecimento do mercado de trabalho para o biólogo. "Devido aos problemas ambientais enfrentados pelo nosso país, as empresas necessitam desse profissional para fazer relatórios de impacto ambiental", diz a professora Maria Aparecida Visconti, da USP. Nas empresas privadas, há vagas em todo o país. Prefeituras, secretarias e órgãos federais também contratam o biólogo, via concurso público, bem como institutos e ONGs. Ainda na área ambiental, é possível trabalhar com biologia agrícola, em que o biólogo faz o manejo da fauna e da flora. O setor de biocombustíveis e a área de biotecnologia, com o uso de plantas para a produção de novos medicamentos e produtos na área alimentícia, são outros campos de trabalho. O licenciado também encontra bom mercado de trabalho. Isso porque ainda existe enorme carência de professores das áreas de ciências nos ensinos fundamental e médio. Um estudo realizado pelo Ministério da Educação mostrou que a falta de profissionais especializados é tão grande que, mesmo considerando a projeção de formados nos próximos sete anos, ainda assim a demanda continuará. E existem regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos em que os professores não possuem nem qualificação para dar aula. No Norte e Nordeste, a demanda por professores é maior, embora Sul e Sudeste também passem por esse problema. Outra opção é atuar na área de educação ambiental. No setor de turismo ecológico começam a surgir oportunidades para trabalhar em projetos de ações educativas e em museus e reservas ecológicas

Curso
Que ninguém se iluda: o currículo de Ciências Biológicas é carregado de matemática. Aulas de física e estatística dividem a grade com disciplinas específicas, como zoologia, genética e botânica, além de práticas de laboratório e pesquisa de campo. Ainda que não seja remunerado, o estágio é obrigatório. Algumas escolas exigem trabalho de conclusão de curso. Para dar aulas no Ensino Fundamental e Médio, é preciso cursar licenciatura. E, como em qualquer área, para lecionar no ensino superior é necessário ter pós-graduação.

Atenção: Algumas instituições oferecem habilitações em áreas específicas, como biologia marinha, ecologia e zoologia.

O que você pode fazer
Bioinformática
Desenvolver programas de computação para uso em pesquisas genéticas.
Biologia de organismos aquáticos
Pesquisar o cultivo, a reprodução e o beneficiamento de animais e organismos no mar ou em água doce.
Controle de pragas e vetores
Planejar e aplicar técnicas para controlar a transmissão de doenças entre animais e diminuir o impacto de pragas em lavouras.
Ensino
Os licenciados podem lecionar em escolas do Ensino fundamental e Médio. Os bacharéis, em faculdades. Ambos podem, ainda, desenvolver ações educativas em museus e unidades de conservação.
Genética e Biotecnologia
Criar, manipular, reproduzir e estudar organismos em laboratório, buscando a melhoria de espécies animais e vegetais. Pesquisar a utilização de microrganismos na produção de medicamentos e alimentos. Realizar exames para o diagnóstico de doenças genéticas ou a determinação da paternidade, com base na análise de DNA.
Gerenciamento costeiro
Administrar o uso do mar e do solo em regiões costeiras, com o objetivo de minimizar o impacto na biodiversidade e preservar a qualidade de vida na região.
Meio ambiente
Promover programas de preservação de animais e vegetais em órgãos públicos e particulares, ONGs, parques e reservas ecológicas, fazendo o levantamento de populações de plantas e animais, elaborando relatórios de impacto ambiental ou recuperando ambientes degradados.
Microbiologia
Investigar bactérias, fungos e vírus para a produção de alimentos e remédios.

DISPONÍVEL EM:

PESQUISADO POR: Van Santos. Acadêmico de Ciências Biológicas.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

COMPOSIÇÃO DO SANGUE HUMANO

Sangue Humano

Composição do sangue
 Nesta composição sanguínea encontramos o plasma, responsável por 66% de seu volume, além das hemácias, dos leucócitos e das plaquetas, responsáveis por aproximadamente 33% de sua composição.
            Grnde parte do plasma sanguíneo é composta por água (93%), daí a importância de sempre nos mantermos hidratados ingerindo bastante líquido. Nos 7% restantes encontramos: oxigênio, glicose, proteínas, hormônios, vitaminas, gás carbônico, sais minerais, aminoácidos, lipídios, uréia, etc.
 Os glóbulos vermelhos, também conhecidos como hemácias ou eritrócitos, transportam o oxigênio e o gás carbônico por todo o corpo.  Essas células duram aproximadamente 120 dias, após isso, são repostas pela medula óssea.
 Os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, são responsáveis pela defesa de nosso corpo. Eles protegem nosso organismo contra a invasão de microrganismos indesejados (vírus, bactérias e fungos). De forma bastante simples, isso servindo de base protetora.
            As plaquetas são fragmentos de células, presentes no sangue, que realizam a coagulação, evitando assim sua perda excessiva de sangue (hemorragia).
            Elas geralmente agem quando os vasos sanguíneos sofrem danos. Um exemplo simples é o caso de uma picada de agulha, onde observa-se uma pequena e ligeira perda de sangue que logo é estancada, isto ocorre graças ao tampão plaquetário.


Disponível em: http://www.todabiologia.com/anatomia/sangue.htm Acesso em: 31/10/2013 as 14:12 hs.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A IMPORTÂNCIA DO TECIDO ADIPOSO

Tecido Adiposo Unicelular
O Tecido adiposo unilocular tem suas atividades essências em trabalhar função de preenchimento no corpo.
            Muitas imagens com funcionamento do tecido adiposo unicelular mostram como esse tecido tem uma característica ao envolver suas estruturas do corpo em preenchimentos de espaços e ao mesmo tempo fixando estruturas em seus locais próprios no corpo.
            A primeira fotografia do tecido adiposo tem a finalidade de mostrar que sua função preenche o espaço entre o testículo (à direita) e o epidídimo (à esquerda) do tecido.
 Na segunda imagem tecido adiposo envolve uma artéria de médio calibre (à direita) e uma veia (à esquerda) do tecido.
            
E na terceira e última imagem, o tecido adiposo envolve um nervo
periférico.
           

Referência:

Disponível em: http://www.icb.usp.br/mol/5-7-adipo-preench.html Acesso em:  28 de Outubro de 2013, as 14:06 hs.

TECIDO ADIPOSO



Um vídeo constituído de conhecimento sobre o Tecido Adiposo, aborda a distribuição pelo corpo, que podem acontecer por vários funcionamento, podem ocorrer variações por meio da biótica, sexo e idade do ser humano, pode acontecer atividades de células adiposo dependendo do sexo feminino e masculino, esse conteúdo mostra uma relação ocorrida por meio de gordura vista no tecido.
O tecido adiposo unilocular tem uma disposição e mobilização de lipídios onde é feito uma explicação dos triglicerídios com suas atividades no corpo. Esse material foca também, o tecido adiposo multilocular/unilocular que possui um funcionamento de distribuição limitada no corpo. Vale apena assistir essa aula de Biologia, tendo como ponto essencial o TECIDO ADIPOSO.

Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=0gKvNjcAGuI Acesso em: 28/10/2013 as 12:11 hs.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Histologia do tecido ósseo



Vejamos a importância do tecido ósseo para para o corpo, que por meio de suas estruturas tem funções de sustentação do corpo. Os ossos do corpo apresenta sensibilidade, alto metabolismo e capacidade de regeneração. Os ossos possuem um grande potencial de flexibilidade através das extensas fibras colágenas existentes. Esses órgãos também apresentam bastantes vasos sanguíneos e são do tipos de tecidos: cartilaginoso, nervoso, adiposo e reticular. Por tanto, se não fossem esses tecidos como poderia ser composto o corpo.
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=18SFWdhjI70 Acesso em: 24/10/2013 as 11:49 hs.

Três tipos de tecidos musculares


Cada um desses tipos de tecidos musculares tem uma participação no corpo, pois cada uma delas agem com suas funções por meio de suas características próprias fazendo seu papel para que o organismo desempenha suas atividades. Daí a importância de cada um desses músculo que constitui para um bom funcionamento de acordo com cada uma das contrações musculares.

Disponível em: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Histologia/epitelio21.php Acesso: 24/10/2013 as 10:05 hs.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Histologia

Tecido muscular

O tecido muscular, que é originado do mesoderma (folheto embrionário), formado por músculos, está relacionado ao mecanismo de locomoção e ao processo de movimentação de substâncias internas do corpo, decorrente à capacidade contrátil das fibras musculares em resposta a estímulos nervosos, utilizando energia fornecida pela degradação da molécula de ATP.

Essas células tecido muscular, estão caracterizadas pelo seu formato alongado, onde pode ocorrer uma ação e função de contração e distensão das fibras musculares, formada por muitos filamentos proteicos de actina (miofilamentos finos) e miosina (miofilamentos grossos).

No entanto, somente ocorrerá contração quando o estímulo nervoso estiver com intensidade suficiente para desencadear em um número significativo de fibras, uma ação de contração mediada por substâncias neurotransmissoras, que são emitidas nas sinapses neuromusculares (contato neurônio músculo), sinalizando o deslizamento dos miofilamentos finos sobre os grossos.

Classificação dos tecidos musculares: 

Existem três tipos de tecidos musculares: tecido muscular liso, tecido muscular estriado esquelético e tecido estriado cardíaco, cada um com suas atividades particularidades.

Ø  A musculatura lisa (necessariamente com contração involuntária, independente da vontade do indivíduo): formada por células mononucleadas com estrias longitudinais. Está presente nos órgãos vicerais internos (esôfago, intestino, vasos sanguíneos e útero), que são responsável pelo peristaltismo.

Ø  A musculatura estriada esquelética (contração voluntária, dependente da vontade do indivíduo): é formada por células multinucleadas com estrias longitudinais e transversais. Forma os músculos, órgãos ligados à estrutura óssea, permitindo os movimentos do corpo.

Ø  A musculatura estriada cardíaca (contração involuntária): é constituida pelas células binucleadas do miocárdio (musculatura do coração), unidas ou agrupadas por discos intercalares que aumentam a adesão entre as células. Ponto importante para uma contração rítmica e vigorosa, regulando a circulação do sangue no corpo.

Uma questão interessante com relação às fibras musculares estriadas ocorre em ocasião ao estado parcial de contratibilidade passiva, da ordem de milionésimos de segundos alternado entre as fibras musculares. Situação que estabelece uma situação contínua para o tônus muscular (diferente de definição muscular), ajudando na estabilidade e postura corporal



Disponível em: http://www.brasilescola.com/biologia/tecido-muscular.htm Acesso: 23/10/2013 15:03 hs.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Embrião Humano

O embrião humano é uma pessoa
André Marcelo M. Soares 


 É imperativo afirmar que o embrião humano é pessoa com potencialidades. Sendo assim, deve ser respeitado desde o primeiro instante de sua existência. Desde o momento em que o óvulo é fecundado, se inaugura uma nova vida que não é a do pai e nem a da mãe, mas a de um novo ser humano que se desenvolve por si mesmo. Ele jamais seria humano se não o fosse desde o início e não seria pessoa se não fosse, desde o começo, um indivíduo humano. Por isso, sua vida deve ser protegida desde o primeiro instante e em todas as fases do seu desenvolvimento. Caso contrário, se coloca em risco não só a vida de um novo ser humano, mas o fundamento de todo o direito e de toda convivência.
 Cada ser humano é portador de uma dimensão ontológica, biológica, psicológica e antropológica. É um ser individual em processo, o que o faz uma pessoa desde a sua concepção e o possibilita ser um sujeito moral.
 A própria Genética demonstra que desde o primeiro instante, após a fusão dos gametos, já se encontra fixado o programa que tornará o novo ser humano um indivíduo com características bem determinadas. Embora alguns elementos não se encontrem em ato na existência do nascituro, eles estão presentes potencialmente. Em outras palavras, ele possui uma essência que não se tornará outra coisa, mas somente o que já é: ser humano. O que se transformará em ato não é sua essência, mas os elementos que conferem a ele uma identidade e o distingue entre outros seres humanos.
 Cada ser humano, independentemente das anomalias que tenha ou possa ter, é criado por Deus à sua imagem e semelhança. Todo o nascituro, mesmo aquele portador de mal congênito, como é o caso da meroanencefalia (ausência de uma parte do encéfalo), é humano e, como tal, deve ser respeitado e tratado como pessoa desde a fecundação. O fato de não “aparentar”, logo após a fecundação, a figura e a forma humana às quais estamos mais habituados, não significa que não seja humano. Também o fato de apresentar um defeito congênito não o torna menos humano e, por isso, menos digno. O torna, sim, alvo de maior atenção e cuidado. A meroanencefalia, comumente chamada de anencefalia, não descaracteriza a humanidade do nascituro. Ela só impede, após o nascimento, seu desenvolvimento normal.
 Podemos afirmar que as células gametos, óvulo e espermatozóide são um ser humano em potência, mas não podemos fazer a mesma afirmação sobre o embrião. O nascituro é essencialmente como nós. O que nos diferencia dele é a etapa de desenvolvimento na qual se encontra. Sua vida há de ser protegida e seus direitos resguardados. Sua instrumentalização é abominável. Sua humanidade não é uma questão teórica ou filosófica, mas algo que pode ser comprovado pelas ciências da vida, como a Genética. Finalmente, ignorar sua humanidade é uma questão ética gravíssima, porque aponta para uma definição meramente acidental do ser humano.

Gestação Semana a Semana



Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=mY9OF98gJEI Acesso em: 21/10/2013 as 15:16hs

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

LINFOMA: INFORMAÇÕES IMPORTANTES.




Quais os principais sinais e sintomas do linfoma?


O linfoma pode causar alterações físicas visíveis, que devem ser observadas com atenção.

No entanto, alguns destes sinais e sintomas não são específicos e podem ser comuns a um grande número de doenças; como tal, não deverá entrar preocupar-se antes de consultar o seu médico.

Alguns dos sinais e sintomas a referir, incluem:
  • Gânglios linfáticos inchados no pescoço, axilas e virilhas.
  • Perda inexplicável de peso.
  • Febre, sem foco explicável e sem motivo aparente.
  • Suores nocturnos abundantes e continuados.
  • Tosse, dificuldade respiratória ou dor no peito.
  • Fraqueza e cansaço persistentes, que não desaparecem.
  • Dor, inchaço ou sensação de enfartamento, no abdómen.
  • Falta de apetite, náuseas.
  • Alteração da quantidade de glóbulos vermelhos, de glóbulos brancos e plaquetas.
  • No linfoma Hodgkin:
    • possível dor óssea;
    • perda de força muscular;
    • rouquidão;
    • icterícia;
    • cara, pescoço e extremidades superiores inchados;
    • pernas e pés inchados;
    • dores corporais;
    • diminuição das defesas contra infecções e por isso aumento da propensão para infecções fúngicas e virais.
  • No linfoma não-Hodgkin:
    • dores abdominais,
    • compressão cardio-respiratória,
    • inchaços,
    • dores de cabeça,
    • perda de apetite,
    • obstipação grave,
    • edema da face,
    • acumulação de líquidos nos pulmões,
    • febre e predisposição para infecções bacterianas graves.
Estes sintomas estão associados ao local de alojamento da doença e sua extensão: abdómen, mediastino, região do pescoço e cabeça, gânglios cervicais ou noutros locais, pele, tiróide, espaço epidural, ossos, entre outros.

Apesar de, na fase inicial, o linfoma poder não causar dor, se sentir dor ou qualquer outro sinal ou sintoma que não desapareça, deve consultar o médico.

Se apresentar estes sinais e sintomas, não quer dizer que tem um linfoma; no entanto, se não desaparecerem em aproximadamente 2 semanas, é importante consultar o médico, para que qualquer problema possa ser diagnosticado e tratado atempada e adequadamente

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Descoberta/Esperança, feito importante para quem sofre de doenças NEURODEGENERATIVAS.

Edição do dia 10/10/2013
10/10/2013 13h49 - Atualizado em 10/10/2013 13h49

Composto químico breca a evolução de doenças neurodegenerativas

Descoberta é uma esperança para pacientes com Alzheimer e Parkinson. 
Estudo foi feito em ratos de laboratório.

Roberto KovalickLondres
Comente agora
Pesquisadores de uma universidade da Inglaterra criaram um composto químico que consegue brecar a evolução de doenças neurodegenerativas. Essa descoberta é uma esperança para pacientes com Alzheimer e Parkinson.
Os pesquisadores afirmam que se trata de um passo importante na busca por um tratamento dessa doenças: pela primeira vez, disse um deles, foi possível impedir a degeneração do cérebro de um ser vivo.
A pesquisa foi feita em ratos de laboratório, na Universidade de Leicester. Os cientistas criaram um composto químico que bloqueia mecanismos de defesa do organismo. Esses mecanismos têm a função de proteger o corpo contra vírus, mas, em pessoas com doenças degenerativas, provocam a morte dos neurônios.
O problema é que a descoberta tem efeitos colaterais: ataca o pâncreas e fez os ratos desenvolverem diabetes. Por isso, ainda falta muito para um remédio estar disponível nas farmácias. O próximo passo é produzir um remédio com ação apenas no cérebro e sem contra-indicações.
Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2013/10/composto-quimico-breca-evolucao-de-doencas-neurodegenerativas.html Data: 15/10/2013 as 19:32 hs.

ÉTICA E CIÊNCIAS DA VIDA (Estuda Embriologia)

ÉTICA E CIÊNCIAS DA VIDA

A propósito da utilização de células-tronco embrionárias

Marco Segre

A DISCUSSÃO ÉTICA quanto à utilização de células-tronco de pré-embriões produzidos mediante reprodução assistida, seja pela fertilização in vitro, ou com as técnicas emergentes de clonagem (clonagem terapêutica), passa inevitavelmente pela delimitação do instante no qual quisermos atribuir a um conjunto de células o respeito devido à vida. A retirada de células-tronco produz a morte desse "conjunto de células": daí, fulcro das polêmicas, é quanto a podermos produzir esses pré-embriões com o fim específico, não de gerarmos novos seres humanos, mas sim de fabricarmos "remédios" contra patologias graves, como a doença de Alzheimer, o síndrome de Parkinson, leucemias etc. É sabida a capacidade das céculas-tronco desencadearem a formação de tecidos variados, sendo inestimável o valor dessa capacidade para se reporem, no "vivo" (caso dos doentes portadores das moléstias já referidas) tecidos e órgãos vitalmente prejudicados. A polêmica passa também pela preocupação de que a utilização dessas novas técnicas possa levar, progressivamente, a uma "desumanização", com dano irreparável ao respeito à vida, vigente em nossa cultura.
São esses aspectos que passaremos a discutir, na busca de contribuir para seu deslinde e normatização da prática biomédica.
A sempre renovada discussão referente ao momento no qual o embrião humano passa a "merecer" respeito à sua vida e integridade, apenas comprova a aleatoriedade e o caráter pragmático da caracterização do início da vida. Esta observação encontra esteio, por semelhança, na recente mudança do conceito de morte, quando a morte encefálica, por motivação essencialmente utilitária, foi identificada com morte.
Assim como o desenvolvimento das técnicas de transplantes de órgãos vitais, a partir de doadores "mortos", passou a exigir a redefinição do momento de morte, para que esses fossem viáveis, o desenvolvimento das técnicas de reprodução assistida está estimulando um questionamento do momento de início da vida, para que, pelo destino que não se sabe qual dar aos embriões excedentes, este outro avanço científico (a reprodução assistida) não seja obstaculizado.
Com relação a esse aspecto, é fácil perceber o quanto a caracterização do momento de início da vida no instante da fecundação do óvulo, mormente nos países em que o aborto é crime (conceitua-se aborto, ainda, pelo menos no Brasil, como toda interrupção do processo gestacional), dificulte e mesmo impeça o desenvolvimento de novas técnicas de reprodução assistida. As técnicas de reprodução assistida (RA), intervindo na junção dos gametas masculino e feminino, produzindo-se um embrião (ou pré-embrião, como muitos preferem denominar, nessa fase), requerem a replicagem desses "conceptos" para que haja expectativa de êxito com sua implantação no útero: há, portanto, praticamente sempre embriões excedentes, que habitualmente são congelados, mas cuja utilização para se dar prosseguimento ao processo concepcional é muito improvável. Assim, como, aliás, também ocorre nas situações em que clinicamente se indica a redução embrionária (proteção da vida da mulher gestante, que não pode suportar mais do que um número definido de fetos), há que se encontrar uma forma, que a lei avalize, de se poderem descartar embriões. E, para que isso possa ocorrer, será necessário que se modifique o conceito de momento de início da vida, uma vez que, na maioria dos países, o direito à vida é cláusula pétrea das Constituições (exceção seja feita, conforme já se referiu, aos países em que, embora se reconheça como momento de início da vida a fecundação, permite-se a prática do aborto).
É, portanto, indispensável que se altere o conceito de momento de início da vida, visando aos referidos objetivos absolutamente pragmáticos, ou que se abram exceções legais que permitam a inutilização de embriões - ou, de sua utilização para outros fins, e é este, especificamente, o assunto de que iremos tratar, neste artigo - ou, então, finalmente, que se proíbam todas essas novas técnicas, que, ao menos em princípio, visam à busca de melhor qualidade de vida para pessoas que desejam procriar! Absolutamente inaceitável é, entretanto, o caráter retrógrado de conceituações e leis existentes, a menos que se deseje, como ocorre no conto "O aprendiz de feiticeiro" - no caso específico da reprodução assistida – que o homem, tendo o poder de replicar embriões ao seu talante, não os possa destruir, quando eles não fossem ser aproveitados, tornando-se, portanto, vítima de seu "feitiço".
Afinal, a vida é um continuum, que, mesmo abstraindo-nos das crenças atinentes à espiritualidade, poder-se-ia considerar tendo seu início material nos pré-gametas e seu fim na esqueletização do cadáver. Milhares de trabalhos já foram escritos sobre a partir de quando e até quando se reconheça que um ser humano é pessoa (e este, certamente, não será um deles), mas é absolutamente evidente o caráter inerente a uma cultura, aleatório e pragmático da tentativa de se estabelecer esses limites.
Ademais, as condições instrumentais em que se produz laboratorialmente um ovócito - pelo "encontro" dos gametas, e construção de uma célula diplóide a partir de duas haplóides -, bem como a possibilidade de se replicar esse produto, configuram um universo totalmente diferente daquele da fecundação "natural". Pretender-se estender os conceitos vigentes quanto ao "ínício da vida" - dogmaticamente no instante da concepção - a essas novas situações, artificiais, já configura uma perversão lógica, realizada sob o pretexto de se quererem incluir na proteção oferecida aos seres humanos em formação, esses conjuntos celulares, originados dessa forma. A perversão torna-se mais evidente no momento em que até mesmo a fecundação - pela clonagem, a partir de células diplóides - se torna dispensável, para o objetivo de se produzirem conjuntos celulares, virtuais fontes de células-tronco.
Essas considerações tem a finalidade de trazer à tona o autoritarismo obscurantista de setores que, sob o disfarce da religião, obstaculizam o avanço científico, corrompendo a meta de se obter uma qualidade de vida melhor para o maior número possível de pessoas. Pretender-se o suporte da ciência – pinça-se, apenas, o que interessa, como o fato de, na fecundação, se estar constituindo a bagagem genética do que poderá vir a ser um novo ser – na tentativa de se eternizarem subjetivismos dogmáticos.
Dentro da óptica "autonomista" que expusemos, pode-se perguntar: por que colocarmos tantas barreiras a uma futura construção de clones humanos?
Por que, se tivermos bem claros - e respeitarmos - os valores que desejamos preservar (entre os quais destacam-se o respeito à vida e à sua qualidade, a rejeição de todo tipo de dominação ou subjugação, a tentativa de administração equilibrada do confronto individual versus coletivo etc.), veríamos com tanto "pânico" a eventual implementação de um avanço científico deste porte?
Mas surgem também outras perguntas. Fará sentido, no plano moral, abrir tanta polêmica sobre a possível licitude da clonagem, recalcando, ou -pior - menosprezando as tragédias dos extermínios, os sofrimentos sem fim nos regimes autoritários, as iniqüidades sociais aterradoras e as discriminações implicadas por políticas eugênicas racistas?
Afirma-se que não existem, até o momento, pesquisas científicas fidedignas sobre as NTRAs (Novas Tecnologias de Reprodução Assistida) para que possamos ter segurança de que não se gerarão portadores de anomalias congênitas sérias e que não prejudiquem a qualidade de vida de seus portadores. Esta é uma objeção importante, pois implica o controle social rigoroso sobre toda pesquisa com seres humanos e a proteção dos sujeitos vulneráveis pelo Estado. Aí está a brasileira Resolução nº 196/96, emanada do Conselho Nacional de Saúde, que submete à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) os protocolos de pesquisa (para aprovação, ou não) em matérias temáticas, como é o caso da reprodução humana.
Mas, vinculados como estamos, em nosso País, à normatização totalmente fora de sintonia com os avanços da RA (quando se pense que ainda se proíbe a manipulação e o descarte de embriões produzidos in vitro), como pretender que se acumule conhecimento suficiente para empreender futuramente uma clonagem de seres humanos?
Tratando-se de um horizonte novo, que se descortina, são dificilmente previsíveis as virtuais aplicações dessa e de qualquer nova técnica. Quando, de acordo com a lenda grega, Prometeu "roubou" (produziu) o fogo, ele certamente não tinha a perspectiva da sua extraordinária descoberta, nodal para a história da Humanidade. Por analogia, pode-se razoavelmente perguntar: serão os clones humanos produzidos tão-somente para a replicação genética de pessoas, atendendo ao desejo (compreensível) de sujeitos isolados ou de casais estéreis? Provavelmente não. Tratar-se-ia, então, da tentativa de o Homem alcançar a imortalidade? Pode-se considerar essa expectativa vã, uma vez que a identidade genética não é determinante da personalidade (como muito bem se vê nos gêmeos univitelinos) e, mais radicalmente, a repetição genética nada tem que ver com a continuação da subjetividade.
E a produção de órgãos, visando à realização de transplantes, não será também ela uma perspectiva terapêutica capaz de produzir um extraordinário salto no aumento da qualidade e quantidade de vida do ser humano? Poder-se-á objetar que a "produção" de seres humanos, ainda que para fins terapêuticos, é uma violência contra um dos inestimáveis valores de nossa cultura: a vida. Mas o que significa "fazer violência" à vida quando pensamos em toda a história da medicina, da saúde pública, da educação e, de forma mais geral, em toda a história da cultura e da técnica humanas? Não deveríamos pensar no ser humano como um ser que transforma a realidade em realidade para si, adaptando-a a seus desejos e projetos, pois isso faz parte de sua segunda natureza que transforma a primeira natureza constituída por sua biologia?
Ademais, havendo vida, a partir de que momento e/ou sob quais condições consideramos a existência de um sujeito, a quem atribuiremos direitos? Tendo em conta a legitimidade prima facie de construirmos nosso futuro e desestigmatizando sentimentos morais incrustados em nossa cultura, não poderíamos pensar na construção de clones sem estruturas nervosas (que não podem, portanto, sofrer, evitando assim eventuais objeções sencientocêntricas) que, por semelhança, compararíamos a corpos em estado de morte encefálica, e que certamente não consideramos pessoas e sim "banco de órgãos"? Em suma, cabe reiterar que certamente não serão as técnicas em si que nos levarão a um "inferno ético", supostamente implicado pela vigência do imperativo tecnológico e o correspondente niilismo dos valores. Por isso, consideramos que não devemos aprioristicamente temê-las, e sim monitorar cuidadosamente a sua aplicação.
Face às premissas supra, está clara a nossa posição francamente favorável à utilização de células-tronco, a partir de pré-embriões produzidos in vitro, sejam eles resultantes de fecundação ou de clonagem. A importância desse avanço científico e tecnológico tem, ao que tudo indica, enorme valor terapêutico. A possibilidade de se tratarem (e curarem?) doenças como leucemias, mal de Parkinson, Alzheimer, a par de se poderem desenvolver órgãos que poderão ser utilizados em transplantes, é uma perspectiva alentadora no sentido de melhorar a qualidade e alongar o tempo de vida de muitas pessoas.


O poder de decisão quanto ao destino desses pré-embriões é questão também importante, parecendo-nos apropriado que ele deva ser de seus "pais". Esta não é uma "questão menor", pois está em jogo a autonomia dos "doadores de células" embora ela deva vir depois da discussão conceitual de "a partir de quando se respeite um conjunto de células como vida humana".
Concluindo, queremos que esteja transparente que não é nossa pretensão, com as reflexões expostas, ofender os juízos sobre valores de pessoas, grupos étnicos ou religiões. Muito menos de criar normas coerentes com nossas posições. Nem poderíamos.
Os progressos científicos serão aceitos ou recusados segundo os já mencionados fatores culturais, e/ou religiosos. De forma tão democrática quanto possível. Mas também entendemos ser nosso papel, na bioética, o de expor e defender posições que consideramos importantes para a vida e a saúde humana.

Biblografia
SCHRAMM, F. R. "¿Por qué la Definición de Muerte no Sirve para Legitimar Moralmente la Eutanasia y el Suicidio Asistido?, Perspectivas Bioéticas, Barcelona, Gedisa, 6(11): 43-54, 2001.
SEGRE, M. "A propósito da utilização de células-tronco". Revista Eletrônica Comciência, 2004. [www.comciencia.br/reportagens/celulas/11.shtml]
———— Conferência sobre clonagem proferida no Superior Tribunal de Justiça, Brasília, nov. 2001.
———— "Os embriões". Conferência apresentada no Encontro Luso-Brasileiro de Ética em Ciências da Vida, Lisboa, jun. 2001.
———— e SCHRAMM, F. R. "Quem tem medo das (bio)tecnologias de reprodução assistida?" Bioética, vol. 9, nº 2, 2001, pp. 43-56.


Texto recebido e aceito para publicação em 7 de julho de 2004.



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Estudo de Embriões


Especiais

Estudo de embriões é destaque

27/05/2010
Por Fábio Reynol
Agência FAPESP – Um estudo de embriões bovinos por meio de uma técnica de espectrometria de massas, desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é o destaque de capa da edição de maio do Journal of Lipid Research (JLR) da Sociedade Norte-Americana de Bioquímica e Biologia Molecular.
O artigo publicado é resultado da pesquisa “Aplicação da técnica de espectrometria de massas para caracterização do lipidoma em oócitos e embriões bovinos”, desenvolvida por Christina Ramires Ferreira e colaboradores da Unicamp, da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e teve o apoio da FAPESP por meio de uma Bolsa de Pós-Doutorado.
Ela realizou o estudo no Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (IQ-Unicamp), coordenado pelo professor Marcos Nogueira Eberlin, que também é o orientador da pesquisa.
Outro trabalho do mesmo laboratório ilustrou a capa de abril da revista inglesa Analyst, da Royal Society of Chemistry. A publicação apresentou, ao todo, três artigos produzidos pelo grupo da Unicamp naquela edição.
A técnica de espectrometria desenvolvida pelos pesquisadores permite estudar a composição lipídica de um único embrião, economizando tempo e material, uma vez que os métodos convencionais de análise exigem muitas amostras e processos que envolvem manipulação química, separação e caracterização de componentes por meio de técnicas trabalhosas, como cromatografia gasosa, a qual acaba “desmontando” a molécula de lipídio e impedindo a obtenção da informação estrutural das moléculas intactas.
O feito da equipe foi aplicar pela primeira vez a técnica chamada matrix-assisted laser desorption/ionization mass spectrometry (ionização/dessorção de matriz assistida por laser, ou MALDI-MS) no estudo de embriões e óvulos.
“A MALDI é muito sensível e, além de permitir o estudo de um único embrião, preserva a estrutura do lipídio. Com isso, obtivemos um grau de informação estrutural de composição lipídica em embriões que até hoje não era possível”, disse Christina à Agência FAPESP.
A técnica é normalmente utilizada na análise estrutural de peptídeos, proteínas e carboidratos. Até então, ninguém a havia aplicado em óvulos e embriões. “Depois que soube do nosso sucesso, um pesquisador alemão me contou que tentou aplicar a técnica em embriões, mas empregou a extração dos lipídios e não obteve sucesso devido à dimensão microscópica da amostra”, disse.
A pesquisadora acredita que a técnica poderá auxiliar especialmente a biotecnologia de embriões bovinos e ajudar a manter o país na liderança do setor. “O Brasil é líder mundial na área de fertilização in vitro de bovinos.”
As informações sobre os lipídios são muito importantes para o congelamento, ou criopreservação, dos óvulos e embriões. “Caso o embrião possua muitas espécies de lipídios saturados, a membrana celular pode se romper com maior facilidade ao ser congelada. Portanto, a composição lipídica está relacionada à resistência do embrião ao congelamento”, indicou.
Outra vantagem da técnica utilizada é que ela se mostrou bem versátil, sendo bem-sucedida em análises de células de diferentes espécies. A equipe aplicou a MALDI-MS no estudo da estrutura de óvulos de carneiros, de bovinos, de peixes e até em óvulos não fertilizados de humanos, além de embriões de bovinos e de insetos. “Aplicamos em espécies bem diferentes para comprovar se era possível”, contou Christina.
Nobel de Química
A facilidade e a rapidez da aplicação da técnica, aliadas à importância das informações que ela consegue levantar, tornam a MALDI-MS uma potente ferramenta de empresas que trabalham com o comércio de embriões animais.
O grupo na Unicamp pretende aperfeiçoar a técnica e adaptá-la a outras aplicações, como a análise de óvulos de suínos, que possuem mais gordura. “Vários pesquisadores têm nos procurado interessados em utilizar a ferramenta em suas pesquisas”, disse Eberlin.
Christina tenta agora apresentar a técnica para a sua própria área de formação, a veterinária. “Não existe muita interação entre a área de química e os veterinários, mas esse quadro está mudando aos poucos”, disse. Segundo ela, a espectrometria de massas pode se tornar uma ferramenta poderosa, especialmente para a pecuária.
O desenvolvimento do método de ionização/dessorção para análises de espectrometria de massa em macromoléculas biológicas rendeu ao pesquisador japonês Koichi Tanaka, da Shimadzu Corporation, o Prêmio Nobel em química do ano de 2002.
O MALDI-MS auxiliou especialmente o estudo de proteínas, estruturas difíceis de serem ionizadas. O método permitiu a ionização dessas macromoléculas com a irradiação de uma mistura de substâncias, chamada de “matriz”, que absorve feixes de laser e amostras macromoleculares.
O artigo Single embryo and oocyte lipid fingerprinting by mass spectrometry(doi:10.1194/jlr.D001768), de Marcos Eberlin e outros, pode ser lido por assinantes do Journal of Lipid Research em www.jlr.org/cgi/content/abstract/51/5/1218.
disponível em: http://agencia.fapesp.br/12244

Nesta imagem vemos um espermatozoide rompendo barreira para iniciar a geração da vida

Embriões


Esse caminho é bastante longo e só um desses espermatozoide vai prevalecer para se unir ao ovulo e gerar um embrião.